Uma seleção de 15 curiosidades sobre o Sultanato de Omã

Uma seleção de 15 curiosidades sobre o sultanato de Omã

O nome oficial do país é Sultanato de Omã. Isso ocorre por que tanto a chefia de Estado quanto a de governo é exercida por um sultão.

Quem governa o Sultanato Omã atualmente (ano de 2 016) é o sultão Qaboos bin Said Al Said. No poder desde 1 970, Al Said pertence a uma dinastia que governa a região há 250 anos.

O sultão governa com a ajuda de um conselho chamado Majlis ash-Shura, que tem apenas poder consultivo. Seus membros são desde 2 003 eleitos por voto popular.

Sultanato de Omã é formado por dois territórios descontínuos: o primeiro faz fronteira com a Arábia Saudita e o Iêmen; e o segundo é a península de Musaden, localizada nos Emirados Árabes Unidos.

A capital de Omã é a cidade de Mascate (ou Masqat), com 830 mil habitantes.

O país foi dominado por portugueses por cerca de 100 anos. Com a saída definitiva desse povo da região, Omã se tornou a primeiro nação independente da península arábica.

A economia de Omã é baseada na extração de petróleo e gás, responsáveis por 85% das exportações do país.

A maior parte da população (90%) segue o islamismo.

O país possui em torno de 3,8 milhões de habitantes (população menor do que a da cidade do Rio de Janeiro), sendo que 1/3 são estrangeiros.

Assim como ocorre nos vizinhos Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar, existe um enorme contingente de imigrantes paquistaneses na população omani.

O brasão de armas na bandeira omani (imagem acima) possui um punhal chamado khanjar, muito usado pelos homens de grande parte da península arábica.

A moeda local é o Rial omani.

O leste do país – mais precisamente na fronteira com os Emirados Árabes Unidos – é cortado pela cordilheira Al-Hajar, com picos de quase 3 mil metros de altitude, como o portentoso Jabal Shams.

As cavernas estão entre os principais pontos de atração turística de Sultanato de Omã. Os turistas podem conhecer, por exemplo a Majlis Al Jinn, uma caverna com a segunda maior câmera do mundo.

Apesar das leis estritas e do uso obrigatório do véu, o mercado de trabalho é mais liberal para as mulheres. Elas ocupam posição de destaque na política e em áreas antigamente restritas apenas aos homens.

Fontes: Wikipédia, Brasil Escola, Nova Enciclopédia Ilustrada Folha.

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