18 Pequenas curiosidades sobre o Laos

18 Pequenas curiosidades sobre o Laos

A capital e maior cidade laosiana é Vientiane ou Viang-Chan, com 200 mil habitantes.

Vientiane fica às margens no rio Mekong, na fronteira com a Tailândia. Trata-de de uma das poucas capitais do mundo situadas na divisa com outro país.

Uma vez que o Laos é um país montanhoso, a maior parte da população vive nas regiões de planície, principalmente nas áreas que circundam o rio Mekong.

O Laos possui 6,6 milhões de habitantes (dados de 2 014), pouco mais da metade da população da cidade brasileira de São Paulo.

Sessenta por cento da população segue o budismo. Os demais 40% são seguidores do animismo, cristianismo e outras religiões.

A língua laosiana é falada no Laos e em grande parte da Tailândia e Vietnã. Pertence ao grupo linguístico tai, que possui inúmeros falantes no sul da China e região da Indochina.

O rio Mekong atravessa o país de norte a sul ao largo das fronteiras com Myanmar e Tailândia. O Mekong nasce no planalto tibetano e é considerado o 13º maior rio do mundo.

Com uma rica biodiversidade, o Mekong fornece alimentos para boa parte da população laosiana.

Assim como seus vizinhos Vietnã e Tailândia, o Laos é um país de clima quente e úmido, com chuvas mais intensas entre os meses de abril e outubro.

O Laos é o terceiro produtor mundial de ópio. Aliás, mais da metade da heroína consumida no mundo é produzida na fronteira entre esse país, o Vietnã e Myanmar.

O Laos é uma república socialista unipartidária. Apesar de possuir um regime de orientação comunista, o país promove a iniciativa privada e respeita a economia de mercado.

Mais de 1/4 da população vive abaixo da linha da pobreza e o Laos ainda depende enormemente da sua agricultura. Outra importante fonte de renda é a geração de energia elétrica, que é vendida aos países vizinhos.

Os laosianos comemoram o Ano Novo duas vezes: em 1 de janeiro e entre os dias 14 e 16 de abril, quando ocorre o Ano Novo budista.

Europeus, norte-americanos e outros estrangeiros são chamados de “elefantes brancos”, uma referência à estatura superior em comparação aos habitantes do país e à pele branca.

As feições europeias chamam muito a atenção dos habitantes das pequenas aldeias do interior do país, principalmente das crianças. Não é raro que elas se assustem ou pelo menos queiram tocar nessas “criaturas exóticas”.

Os nativos do interior têm o hábito de capturar passarinhos, que são mantidos em pequenas gaiolas (muitas vezes, os animais mal conseguem se mover), para vendê-los aos turistas. Penalizados, os turistas soltam as aves, que são recapturadas para serem vendidas para turistas, que soltam as aves…

Feiras de rua são bastante comuns no país. O que mais chama a atenção dos turistas brasileiros são as barracas com carnes sem refrigeração, normalmente de animais abatidos no dia anterior. Barracas de comidas típicas são também bastante comuns.

A cidade mais visitada do país é Luang Prabang, considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Fontes: Wikipédia, Folha de São Paulo, Exame, Indochina9.

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